segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Evangélicos perseguidos tem as suas cabeças arrancadas


Muçulmanos jogam futebol com cabeças de cristãos mortos


Irmã Hatune Dogan, uma freira da Igreja Ortodoxa Síria, está fazendo uma série de denúncias assustadoras. Depois de ser divulgado que alguns cristãos estavam sendo decapitados e outros crucificados, agora o nível da barbárie parece sem precedentes.

Durante uma entrevista que teve ampla repercussão, a irmã Dogan afirma que radicais islâmicos estão vendendo frascos com o sangue dos cristãos que eles decapitaram. Segundo ela, esse sangue é usado em um ritual considerado santo pelos muçulmanos, que ao mesmo tempo expia pecados e dá acesso ao céu.



Os cristãos são decapitados em cerimônias em que são forçados a se ajoelhar, com as mãos e pés atados. Os radicais muçulmanos leem uma sentença de morte imposta por que a vítima se recusou a renunciar ao cristianismo e adotar o Islã. Após a cabeça da vítima ser cortada, o sangue é drenado em bacias e depois engarrafado.

A freira explica que a venda do sangue cristão “é um grande negócio” e “com esse dinheiro, os terroristas muçulmanos pode comprar mais armas”.

Desde o início da guerra civil na Síria que Dogan e outros líderes religiosos vem postando vídeos na internet para denunciar os massacres de cristãos. Ela explica que já recebeu 18 ameaças de morte em sete línguas diferentes, mas que vai continuar denunciando os massacres.

Walid Shoebat, um cristão árabe que foi membro do grupo extremista OLP, antes de se converter, afirma que as denúncias de Hatune são dignas de credibilidade. Ele escreveu em seu blog que “A disposição de Hatune para ajudar os perseguidos é tão grande que ultrapassa o que os demais estão fazendo hoje no Oriente Médio”. Shoebat escreveu ainda que ele mesmo já chamara atenção para isso quando publicou um vídeo de muçulmanos jogando futebol com as cabeças dos cristãos que eles mataram.

Imagens assustadoras: Se quiser assistir
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sábado, 16 de julho de 2016

Globo tira 'Mais Você' da grade e irrita Ana Maria Braga

Repórter da Globo é assaltada enquanto fazia matéria sobre insegurança

Repórter da afiliada da TV Globo na Paraíba, a jornalisa Larissa Fernandes foi assaltada na noite de quarta-feira (13) no campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), enquanto fazia uma matéria sobre a insegurança no local.
Ela relatou ao G1 que falava ao celular quando o assaltante apareceu, tomou o aparalho à força e fugiu em direção ao bairro do Pedregal. Larissa estava acompanhada de um câmera e de um produtor, que correram para avisar uma viatura policial que se encontrava a 50 metros do ponto do roubo. Os agentes chegaram a fazer buscas pela região mas não encontraram o autor do crime.
"Foi a segunda noite que eu fui no local mostrar a situação dos alunos que são vítimas da insegurança e eu, infelizmente, também fui vítima", disse Larrisa.
Um dia antes do assalto, alunos da UFCG sofreram um arrastão no mesmo local.

Ataque em Nice: três brasileiros continuam desaparecidos

Três brasileiros que estavam em Nice no momento do atentado que matou pelo menos 84 pessoas, na noite de quinta-feira, continuam desaparecidos, disse à BBC Brasil a cônsul-geral do Brasil em Paris, Maria Edileuza Fontenele Reis.
O número de desaparecidos era antes de sete pessoas, mas quatro haviam simplesmente deixado de informar às famílias que estavam bem. Um deles já havia até viajado para outro país europeu.
Entre os três brasileiros desaparecidos está a carioca Elizabeth Cristina de Assis Ribeiro, que mora na Suíça e é mãe de Kayla, menina de seis anos, que faleceu no atentado.
A morte da criança, de nacionalidade suíça e que não tinha passaporte brasileiro, já foi confirmada pela família, mas seu nome ainda não consta nas duas listas de vítimas fatais do atentado divulgadas entre sábado e a manhã deste domingo pelo ministério francês das Relações Exteriores.
Isso porque a identificação dos corpos exige uma série de exames, como o de DNA, para atestar oficialmente o óbito, até para efeitos jurídicos, como pedidos de indenização junto a seguradoras.
"Não há brasileiros nestas listas de vítimas fatais. Estamos acompanhando isso de perto, em contato permanente com as autoridades francesas", completou a cônsul.
A Interpol participa do processo de identificação das vítimas. Um membro brasileiro da Interpol, com sede em Lyon, na França, integra a equipe no centro de crise em Nice.
Até o momento, 16 vítimas fatais do atentado, cometido com um caminhão frigorífico pelo tunisiano Mohamed Lahouaiej Bouhlel ainda não foram identificadas.
Dos cerca de 300 feridos, segundo novo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo, 85 permanecem hospitalizados, sendo que 18 deles estão entre a vida e a morte.
Elizabeth foi vista sendo levada por bombeiros após o ataque.
As autoridades brasileiras ainda não obtiveram a informação sobre o hospital onde ela poderia estar internada, afirma a cônsul.
Esse problema não ocorre apenas nos casos dos brasileiros desaparecidos até o momento. Muitos têm enfrentado dificuldades para localizar seus familiares nos hospitais em Nice e seus arredores.
Há inúmeros relatos na imprensa francesa de pessoas que passam o dia à busca de parentes nos hospitais da cidade.

"Explicações"

Em uma entrevista à rede TV BFM no sábado, Inês, mãe de Elizabeth, protestou contra a demora das autoridades francesas em fornecer informações e identificar as vítimas.
"Sabemos que a Kayla faleceu, mas não conseguimos recuperar o corpo, não sabemos onde ela está. Minha filha, que também estava no acidente, foi transportada pelos bombeiros e ninguém sabe onde ela está", disse Inês.
"Quero explicações. Disseram que é preciso esperar até terça-feira. Se o problema é que os hospitais e o necrotério estão lotados, eles deveriam pegar uma pessoa de cada vez para reconhecer o corpo", disse Elizabeth.
Elizabeth e a família estavam a passeio em Nice. Seu marido, o suíço Sylian, e as outras duas filhas do casal, de quatro anos e de seis meses, não ficaram feridos no ataque.
Segundo a cônsul, os outros dois brasileiros desaparecidos até o momento, cujos nomes não foram revelados, podem ter se esquecido de avisar a família, como nos ocorreu nos outros casos.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Miss Brasil 2004 é encontrada morta na cidade de Gramado

Miss Brasil 2004
© Fornecida por Estadão Miss Brasil 2004

Eleita a mulher mais bonita do País em 2004, a Miss Brasil Fabiane Niclotti, de 31 anos, foi encontrada morta em sua casa, na cidade de Gramado, Rio Grande do Sul, na noite dessa terça-feira, 28.
Ao E+, a Polícia Civil de Gramado informou que trabalha com a hipótese de suicídio, já que familiares e amigos relataram algumas ameaças da modelo em tirar sua própria vida, feitas poucos dias antes de ser encontrada morta.

O irmão de Fabiane tentou falar com a modelo durante todo o dia, sem sucesso. À noite, por volta das 22h, foi à casa dela - localizada em um condomínio residencial -, tocou a campainha por diversas vezes, gritou seu nome e não foi atendido. Foi quando resolveu acionar a Polícia Militar.
Na casa, os agentes encontraram o corpo de Fabiane deitado sobre sua cama, sem marcas de agressões ou ferimentos, e foi encaminhado para o IML.
Eleita Miss Rio Grande do Sul em 2003 e Miss Brasil 2004, Fabiane Niclotti não obteve grande destaque no Miss Universo, ficando de fora da lista das finalistas do concurso. Em seu 'reinado', ela investiu em alguns trabalhos sociais e passou um período em Londres, na Inglaterra, estudando inglês.